Será que essa moda pega?

Acho difícil a mulherada sair com um penteado desses por aí, mas como efeito de passarela funciona – e muito -, ainda mais se tratando do the best Alexander McQueen. O inverno da grife, com muito tule e estampa floral, foi apresentado durante a Semana de Moda de Londres e refletiu um tempo bem dramático.

 

Guido Palau, consultor criativo da Redken, criou um penteado estruturado e difícil de reproduzir:

“A coleção foi inspirada em garotas do campo, nos militares dos anos 1940 e em tempos de guerra de Londres, por isso os penteados tinham de ser fortes, enérgicos e estruturados. É uma volta à herança da marca, em referência à sua própria estética de beleza”.

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

Ondulados e com mechas

O verão passou e deixou sua marca nos cabelos, que acabam ficando mais claros naturalmente. Quando voltamos ao dia a dia, o cabelo queimado de sol dá um efeito bacana e tem a cara da mulher brasileira, mas ao mesmo tempo fica super ressecado. E por mais bem feita que seja a coloração não consegue o efeito natural das mechas, além do que ainda muitas mulheres não gostam de mexer na cor original dos fios.

Pensando nisso, a marca italiana Great Lengths acaba de lançar no mercado, a nova coleção 2012 com 10 variedades de tons de Mechas Californianas. Unindo as tendências do outono/inverno com cabelos bem penteados, ondulados, estruturados e glamurosos, as nuances das mechas vão das mais suaves até as mais radicais, de castanhos a loiros claríssimos.

Uma opção incrível pra quem quer experimentar o look sem precisar ficar voltando ao salão para retocar, as Mechas Californianas Great Lengths já estão disponíveis no salão Scenario de Luciana Alvarez, em São Paulo, e em salões de todo o Brasil.

Mais infos: www.scenariocabelo.com.br

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Dica do dia: lavanda

 Entre todos os óleos essenciais, o da lavanda é o mais versátil, com propriedades que vão desde a de analgésico, passando pela de antidepressivo, anti-séptico, bactericida, descongestionante, até a de hipotensor, repelente de insetos e sedativo. E olhem que lindo o visual da loja da L’Occitane do Beiramar Shopping. Sei que a vitrine até já mudou, mas não poderia deixar de publicar as fotos que eu e o Marcos Medeiros fizemos outro dia. Um arraso, né!  Quer encarar?

 

Técnica eficaz em restauração capilar

O médico Marcelo Evandro, que atende em Florianópolis no Celso Ramos Medical Center, explica o que é e como evoluiu o processo de implante capilar: “A restauração capilar é um dos procedimentos que mais contribuem para o reequilíbrio do desenho facial. Quando olhamos o rosto de uma pessoa com cabelos, o foco de nossa atenção são seus olhos. Sem a moldura dos cabelos, os olhos perdem esse caráter central e a atenção do interlocutor fica dividida, vagando entre a face e as áreas calvas. Ao se restaurar os cabelos, recupera-se a harmonia facial, com ganho na estética e na aparência rejuvenescida”.
O transplante capilar atingiu um nível de eficiência inquestionável, permitindo implantar até 10 mil fios de cabelo, de forma extremamente densa (80 a 100 fios/cm2), em uma única giga sessão de 5.000 unidades foliculares. Hoje a técnica folicular coronal possibilita uma grande densidade, aliada a um trauma mínimo, obtendo um cabelo com volume e naturalidade sem precedentes.
A evolução das técnicas
Os transplantes capilares feitos pelas técnicas antigas resultavam num aspecto artificial, que evidenciava tufos de cabelo. Hoje, essa abordagem mudou. O Transplante Folicular Coronal segue uma lógica capaz de reproduzir de forma fiel a anatomia de um couro cabeludo normal.
Unidades foliculares (UF) são utilizadas individualmente para obter uma distribuição natural dos fios na área calva, o que permite um aspecto real do cabelo, com crescimento normal, sem vestígios de transplante. Esta prática, hoje a mais avançada, não deve ser confundida com uma técnica datada dos anos 1980 e popular: a do transplante fio a fio (Mini-Micrograft), que junta várias unidades foliculares em um único enxerto (o chamado enxerto multifolicular) e só usa aquelas unidades foliculares com dois ou três fios, individualmente, para acabamento.
A confusão de nomenclatura, que ainda persiste, acaba por dificultar a compreensão e mesmo a comparação das diferentes técnicas existentes. Parece tudo igual, mas não é. É de extrema importância compreender uma diferença elementar entre as técnicas: existem os transplantes tradicionais, que utilizam tufos de cabelo (enxertos multifoliculares de 5 a 10 fios), e os transplantes 100% foliculares, que só se servem de unidades foliculares. Este, o transplante folicular, é obviamente o que permite os melhores resultados. Como os enxertos no transplante folicular são menores e delicados, tivemos, é claro, de aumentar sua quantidade.
Em uma sessão típica de transplante folicular são colocados entre 1.500 e 2.000 UF (de 3.000 a 4.000 fios), variando de acordo com o caso. Já na técnica que utilizamos – a Giga Sessão de Transplante Folicular Coronal – são colocados de 3.200 a 6.000 UF (ou 6.400 a 12.000 fios).
O transplante folicular foi apresentado ao mundo em 1989, e em 1998 publicou-se um protocolo com suas normas. Foi trazido ao Brasil em 1996 e sua implantação divulgada em inúmeros congressos nacionais e internacionais.
Esta nova técnica tem acompanhado os avanços tecnológicos, além de acrescentar inúmeras inovações. De 1996 para cá conseguimos aumentar a densidade dos cabelos implantados de 20 UF/ cm2 para 35-50 UF/cm2 por sessão, cobrindo completamente áreas de até 120 cm2.
Em outras palavras, uma Giga Sessão de Transplante Folicular Coronal permite restaurar grandes calvícies – na maioria dos casos, em uma única sessão.”
Marcelo agora dividirá sua agenda entre Curitiba e Florianópolis. Por aqui, ele atenderá no Celso Ramos Medical Center (Rua Dom Joaquim, 885 – sala 302). Fone: (48) 3229-0150.
O especialista capilar atendendo no Celso Ramos Medical Center, em Floripa

O médico Marcelo Evandro. Fotos: Marcos Medeiros

Fibroadenoma x cirurgia plástica

Dúvidas quando se trata de cirurgia plástica não faltam. Desta vez, resolvemos falar sobre fibroadenoma. Mas do que se trata? Para responder essa e outras perguntas, entrevistamos o cirurgião plástico Fabrício Silva Manoel. O especialista atende nos seguintes endereços: Clínica Renovatio, Higiia – Cirurgia Plástica e Ultralitho.
Há seis anos, o médico utiliza próteses da Eurosilicone, representada no Estado pela Euromed.
– Os benefícios consistem em tratar-se de uma marca antiga no mercado, sólida, líder de vendas na Europa, de excelente qualidade, cuja assistência fornecida a nós cirurgiões e aos pacientes pelos representantes da marca é espetacular, nos dando a segurança de saber que estamos trabalhando com materiais de altíssimo nível técnico – afirma.
1) O que é fibroadenoma?
Fabrício Silva Manoel: Fibroadenoma é um tumor benigno, derivado do tecido conectivo presente na glândula mamária. É o tumor benigno mais comum da mama feminina.
2) A mulher que possui pode colocar prótese mamária? Qual o procedimento mais adequado nesta situação?
Manoel:  A mulher que possui fibroadenoma mamário pode submeter-se ao aumento mamário, sem problemas. Geralmente a presença do tumor já é conhecida pela paciente ou é diagnosticada no pré-operatório da cirurgia de aumento mamário, através da ultrossonografia e da mamografia. O importante é realizar a avaliação criteriosa da mama antes da cirurgia, pois os nódulos encontrados devem ser diagnosticados antes da realização do procedimento, para que a conduta correta seja tomada. O mais importante é não deixar passar o diagnóstico de câncer de mama.
3) Alguns especialistas dizem que quem possui prótese fica mais fácil a constatação da presença do nódulo. É verdade?
Manoel:  Dependendo do tamanho do nódulo e da posição dele na mama, sim. Nódulos superficiais ou de tamanho moderado podem ser “espremidos” contra a pele pela prótese e se tornarem palpáveis após a cirurgia. Porém, como a maioria dos cirurgiões pede exames de imagem no pré-operatório, os nódulos pré-existentes já são de conhecimento do médico e da paciente no momento da cirurgia e no pós-operatório recente. Nódulos que por ventura surgirem depois da cirurgia (lembrando que a cirurgia não provoca o aparecimento de nódulos), poderão ser mais facilmente palpados pela paciente, por estarem “espremidos” contra a pele.
4) É necessário retirar o nódulo para colocar a prótese? Qual sua indicação?
Manoel:  Na verdade a necessidade de retirar o nódulo dependerá do tipo de nódulo. Existem critérios que fazem com que um nódulo possa ser somente acompanhado semestralmente com ultrassonografia ou então que deva ser retirado por meio de uma cirurgia. Normalmente este acompanhamento e a decisão de retirada é tomada pelo mastologista. E geralmente a cirurgia pode ser realizada no mesmo momento da colocação dos implantes mamários, sem problema algum.
5) Há caso de fibroadenoma em que não é recomendado a colocação de silicone?
Manoel: De fibroadenoma não. Porém, se a paciente apresentar um nódulo mamário suspeito, mesmo com biópsias prévias, o objetivo principal de uma cirurgia se torna o diagnóstico e o tratamento da lesão. Não se deve realizar uma cirurgia estética de aumento mamário em uma paciente que apresente uma lesão suspeita sem diagnóstico estabelecido.
6) O procedimento cirúrgico e os cuidados pré e pós-operatórios são os mesmos para quem tem ou não fibroadenoma?
Manoel: São parecidos. A diferença do pré-operatório e trans-operatório de quem tem fibroadenoma, o qual será retirado na mesma cirurgia de colocação de próteses mamárias, está na marcação dos fibroadenomas. Esta marcação consiste na colocação de uma agulha metálica ou na injeção de material radioativo (radioisótopo) na lesão, com o objetivo de poder localizá-la dentro do tecido mamário durante a cirurgia. Esta marcação é feita pelo radiologista (agulhamento) ou pelo radiologista em conjunto com o médico especialista em medicina nuclear (marcação com radiosótopo) horas antes da cirurgia, geralmente numa clínica radiológica.
Durante a cirurgia, o mastologista realiza a localização destes nódulos com o auxílio desta agulha ou com um localizador sonoro que capta a radiação emitida pelo radiosótopo. Após a retirada do nódulo, o cirurgião plástico coloca os implantes de silicone. O pós-operatório é basicamente o mesmo para as pessoas com ou sem fibroadenoma.