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Dica do dia: Paris com crianças

Este mês faz um ano que viajamos para Paris com as meninas. Aproveitando a data, publicarei novamente umas dicas da Cidade Luz . Vamos lá?
-Não levem crianças com idade abaixo de seis, sete anos para Paris. Elas não irão gostar e se cansarão logo. Paris é cultura, passeio, caminhada, muita caminhada e filas. As crianças têm que estar bem conscientes e querendo isso. Com as minhas duas filhotas foi tudo maravilhoso. Roberta estava com 10 anos e Valentina com sete, tinham vontade de conhecer a cidade, os museus, os parques, a história e, é claro, a Disney Paris porque ninguém é de ferro e criança é criança.

 

 

-Um conselho: faça um roteiro antes da viagem e intercale os programas, ou seja, um dia museu, outro, parque e passeios que agradem os pequenos. Fiz isso e foi perfeito. Outra dica é ficar hospedado em uma região fácil de achar restaurantes e meios de transporte. Ficamos em um hotel localizado na Champs Elysee, principal e mais importante avenida da cidade. Lá se encontra de tudo: restaurantes, lojas, mercadinhos, farmácias, bares, lanchonetes.
-Assim que chegamos, no domingo, 14 de agosto, fomos fazer o “reconhecimento” da área. Andamos muito, fomos até a igreja de Notre Dame e paramos para tomar o que é considerado o melhor sorvete do mundo, da Berthillon. As meninas adoraram. Escolheram chocolate branco e cereja. Na volta, elas brincaram no parque de diversões do Jardim de Tuileries, bem pertinho do hotel. Aproveitamos a vista incrível do alto de uma enorme roda gigante.
-No dia seguinte, visitamos o famoso museu do Louvre, enorme e complexo, até elas cansarem. Nós já conhecíamos na última viagem à cidade, em 2002. Então, Roberta e Valentina comandaram a visita, fizemos o que a vontade delas pedia. Quando quiseram ir embora, fomos. Saímos de lá para apreciar o lindo pôr-do-sol no topo da Torre Eiffel. Elas estavam empolgadíssimas.
-Outra coisa boa, em relação a localização do nosso hotel, foi que entre um passeio e outro, voltámos para tomar banho, ir ao banheiro e renovar as energias. Isso ajudou muito o dia- a- dia da viagem. Definitivamente, aquela região conhecida como Triângulo Dourado é a melhor para ficar com crianças.
Tínhamos no nosso roteiro uma ida ao Museu de História Natural e ao Museu de La Poupée (bonecas), mas acabamos optando por uma volta no bairro Marais, onde encontramos as melhores pet shops de Paris, e Montmartre onde elas fireram suas fotos com um artista local…Foi bárbaro!

-Na sequência, fomos à Disney Paris. Um parque bem menor do que o da Flórida e, pelo menos nessa época, cheio de filas. Elas se cansaram bastante e não acharam “o bicho”, até porque já tinham ido ao parque dos EUA. Quem já brincou nos parques americanos não curtirá tanto e achará sem graça. Por isso acabamos indo às compras. A GAP infantil é bem legal. Achei as roupinhas bem mais elaboradas e fofas que a loja dos EUA – e bem mais caras também.

-No outro dia fomos ao Castelo de Versailles. Roberta e Valentina amaram. Talvez pela magia da sua história. A sala de espelhos e os jardins encantaram. Elas passearam de barquinho com meu marido, Paulo, enquanto eu fui ver uma exposição de moda. Dica: na entrada já pegue os tradutores em língua portuguesa paras crianças e comprem os bilhetes aqui do Brasil. Aliás, todos os bilhetes devem ser comprados aqui: da Disney, da Torre Eiffel, dos museus, economiza-se tempo e poupamos as crianças de filas.

-Caminhamos muito pelas ruas de Paris, conhecemos parques, jardins, igrejas, feirinhas, e as meninas nos surpreenderam. Ainda andamos de barco pelo Sena e fomos jantar no Budha Bar, lugar bem tranquilo para levá-las. Mas lembre-se: bebês e crianças pequenas não gostariam dessa viagem. Deixe seu filhote crescer para levá-lo à Cidade Luz. Nossa experiência foi incrível e já estamos programando a próxima viagem, talvez para a Grécia ou Egito.

As joalherias da Place Vendome: joias de tirar o fôlego

 

Há um ano fiquei maravilhada com as peças em brilhantes da marca Van Cleef e das delicadas esmaltadas da Dior (fotos). A Place Vendome, local onde bati essas fotos, é o reduto das mais tradicionais, chiques e caras casas de joias e relógios do mundo, e é claro, não podia deixar de mostrar as minhas preferidas para vocês. Como todas sabem, eu adoro joias e aqui no blog elas são destaque semanalmente.

Fotos: Lise Crippa/Paris

Dior…

Muitas flores…

Cores…

Joias esmaltadas….

Van Cleef…

Esmeraldas…

Relógio cravejado de diamantes…

Filas em Paris: realidade para encarar

Locais muito visitados como o Château de Versailles, Disneyland Paris  e o Musée du Louvre podem consumir uma hora só para comprar as entradas, um sacoooo! Mas as filas em Paris não terminam por ai: tem fila para o restaurante, fila para ir ao banheiro, para pegar taxi e para comprar, pode?Pode…
Flagrei duas filas por lá que me deixaram de boca aberta: uma foi a fila de japoneses (isso mesmo!!), para comprar na Vuitton e a outra a de adolescentes na porta da americaníssima Abercrombie, na Champs Elysee. Essa última mesmo, eu achei interessante, pois como fiquei hospedada ali mesmo na avenida, passei várias vezes no local e demorei para me dar conta do babado. O cheiro da marca que exalava pela rua e alguns seguranças sarados, que organizavam as intermináveis, é que fizeram decifrar o enigma. Até pensei, pela imponência do prédio, que se tratava de um museu . Coisas de Paris…

Dica do dia: um refúgio de luxo na ilha do malte

Um lugar mágico, repleto de lendas e mitos, que produz a incrível gama dos whiskies single maltes Jura. Assim é a Ilha onde fica o hotel da destilaria chamado The Lodge, localizado na costa oeste da Escócia, na região das Islands. A ilha é habitada por uma comunidade de 188 pessoas, conhecidas como “diurachs”. Jura é magnífica, de uma beleza quase feminina, conquistadora, elegante e misteriosa. Além do luxuoso hotel, Jura conta somente com uma estrada, um pub, um banco, e em seu coração, uma destilaria. Na ilha pode-se caçar, pescar e apreciar o excelente single malte Jura. Há dois grandes eventos locais, o Jura Music Festival e o Jura Fell Race, uma corrida de resistência entre as montanhas.

 

Inaugurado em 2007, o The Lodge é um refúgio de luxo exclusivo para seus visitantes, os aficionados por whiskies, além de escritores e poetas que visitam a Ilha para buscar inspiração. Esse luxo a um custo de £ 2.500 por noite (mínimo de três noites).

 

Projetado pelo designer de interiores parisiense Bambi Sloan, o hotel é sofisticado e aconchegante. Os hóspedes podem relaxar na sala de estar, tomar banho na banheira vitoriana, enquanto observam os veleiros. Também podem jogar cartas na sala de música, cercada de relíquias passadas.

 

 

A ilha e seus whiskys

 

A história da destilação de whisky em Jura é repleta de dificuldades e heroísmo. Em 1810 a destilaria Jura foi fundada pelo Lord Archibald Campbell e após anos de funcionamento caiu em abandono. No início de 1960, os moradores Robin Fletcher e Tony Riley Smith reconstruíram a destilaria, trazendo de volta além do malte mágico, o desenvolvimento da ilha.

 A destilaria Jura produz whiskies single malts que atendem aos requisitos dos verdadeiros apreciadores da bebida. A cevada selecionada, a água puríssima da ilha e o longo envelhecimento em barris de Jerez e Bourbon são condições ideais para a produção dos maltes inebriantes de Jura. No Brasil, os whiskies são importados com exclusividade pela Casa Flora.

 

Praia em frente ao Hotel

Domingo de muito sol em Miami e a viagem está acabando, como passou rápido! Fomos à praia em frente ao W, que apesar da estrutura bacana o mar e a areia de Floripa dão, literalmente, um banho! Não adianta a gente viaja, viaja e não encontra praias tão lindas como as da “Ilha de Santa Catarina”. O mar e a beira do mar de Miami é cheio de algas (vejam fotos) e as meninas não gostaram muito, não!