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Bate-papo sobre processo criativo e produção de tapetes artesanais, hoje na Casa a Caso

-Enquanto o stylist monta os looks das passarelas, são os arquitetos e decoradores que “vestem” a nossa casa, diz a empresária Wilma Maria (foto) proprietária da Casa a Caso, no Santa Mônica. A loja de decoração é especializada em home styling lança hoje (02), sua nova marca em evento para profissionais de arquitetura e convidados.  

Wilma Maria recebe convidados hoje na sua Casa a Caso

A empresária recebe profissionais convidados de arquitetura e design, para o coquetel de lançamento do novo posicionamento da empresa. Haverá  a apresentação da nova marca – com redesign focado no conceito de home styling. O evento também marca o início da parceria da Casa a Caso com a Decoralle, que há 16 anos trabalha com tapetes artesanais e com produção de peças únicas para atender a demanda dos profissionais.

Um dos modelos que será apresentado é o tapete Pompéia, criado pelo designer catarinense Giácomo Tomazzi e lançado na edição deste ano do Mercado, Arte e Design (MADE), principal feira do país de design colecionável.

Na ocasião, Leandro Marques, sócio administrativo da Decoralle, e o designer irão mostrar o processo criativo e de produção, que alia o artesanal com a indústria. Também será apresentada a nova vitrine e layout da loja assinada pela arquiteta Luciana Bossle e o paisagismo da fachada  com produção da arquiteta Ana Trevisan.

O evento celebra a nova fase da Casa a Caso, que pretende se aproximar ainda mais dos arquitetos de Florianópolis, abrindo seus canais de divulgação  e comercializando marcas que acolham as suas principais demandas.

-Escolhemos o conceito de home styling, pois oferecemos um serviço aos arquitetos parecido com o que o stylist realiza nas passarelas. Vestimos a casa dos clientes. Montamos o look dos ambientes, explica  .

Casa a Caso, especializada em Home Styling

 -O desejo de aprimorar esse trabalho de “vestir” a casa feito no home styling e de realizar atividades com mais proximidade aos arquitetos, deu origem a um branding com foco colaborativo. Com a mudança, a loja pretende alinhar a imagem de sua marca com a busca por atender melhor as necessidades dos profissionais e clientes, finaliza a empresária.

SERVIÇO

Coquetel nova marca Casa a Caso

Data: Hoje 02/08/2018

Hora: 18h30

Local: Casa a Caso

Endereço: Av. Me. Benvenuta, 1490 – Santa Mônica, Florianópolis – SC

Minha collab para a marca de roupas em couro, a Fernè

Após 10 meses morando nos EUA, percorrendo vários hotspots e pesquisando labels internacionais busquei inspiração para desenvolver uma coleção cápsula para a marca catarinense de roupas em couro legítimo, a Fernè. Foquei na arquitetura e estilo de vida de dois bairros de Miami, o Downtown e Miami Design District, para criar 11 peças, numa junção entre moda, lifestyle, design e arte. As cores escolhidas foram o off white, o vermelho Cartier  e o preto, atemporais e clássicos.

– O couro tem uma durabilidade incrível, o que influencia no custo. Não fazia sentido eu criar peças na linha fast fashion, para apenas uma estação. Quero ver as “minhas meninas  e mulheres” usando os looks muitas vezes ao longo da vida. Meu desejo é que as roupas sejam clássicos do closet e herdadas pelas suas filhas”.

Tive toda a minha pesquisa de moda baseada também nas marcas Balmain, Dior e Chanel. Pitadas de matelassê, típicas da Chanel, são encontradas em um modelo de calça, saia e casaco. Já as correntes compõem uma faixa/cinto e os ombros são levemente estruturados nos vestidos e blusas inspirados em Balmain. Um babado removível aparece numa peça “duas em uma” que poderá ser usada como vestido ou casaco. Todos os botões e detalhes são prateados ou dourados, outra tendência forte inspirada nas passarelas internacionais.

 

Sobre mim

Sou formada em jornalismo e pós-graduada em moda e marketing, trabalho com assessoria de imprensa e gestão de moda para marcas catarinenses e nacionais. Já realizei jobs para Bobstore, Arezzo, Schutz, Ruth Grieco Joias, Carmen Steffens, Adidas entre outras.

Foto: Dari Luz

Minha história com a moda iniciou nos anos 1980-1990, quando fui curadora de uma multimarcas com grifes consagradas como Maria Bonita, Huis Clos e Boys and Girls. Paralelamente, tocava a Corpus Divinus, confecção na qual eu era empresária e estilista.Troquei o curso de Farmácia por Jornalismo em 1992, época em que já realizava editoriais de moda e produções.

 

Sobre a inspiração

A rapidez do desenvolvimento econômico e cultural do Design District, bairro de Miami, chamou a minha atenção  e percebi o boom de marcas de moda, de importância internacional, se instalando no local, além de excelentes restaurantes e galerias. Conglomerados como LVMH, Hermès e Fendi reconheceram a importância única da comunidade, que está culturalmente na vanguarda da indústria criativa global, com imenso desenvolvimento do varejo e experiências de luxo.

A cidade recebeu novos centros culturais, comerciais, museus e hotéis tudo localizado no Downtown Miami. A starchitecture, apelido dado à febre de construções com design assinado, tem uma constelação que uniu nomes descolados, tornando o Downtown um dos melhores lugares para viver, ver e ser visto da cidade.

Serviço

Fotos: Rodrigo Marini

Produção: Carol Ramos

Beleza: Fabi Arcoverde

Modelo: Valentina Crippa Mendes

Onde comprar: @ferneleather

Joias e óculos: Bárbara K

Móveis: Bella Catarina

O desafio da moda e mercado de luxo para as próximas gerações

Tenho duas filhas, Roberta, 17 anos, e Valentina, 14 anos. Com elas estou aprendendo a transitar entre as várias gerações,  entender suas necessidades e rotas de futuro.  Roberta mora há dois nos EUA, acabou de entrar numa universidade americana e Valentina, apesar da pouca idade, já fez três intercâmbios, sendo o primeiro com apenas 9 anos. Elas fazem parte da geração Millenials ou geração Z que, ao contrário de nós, não abrem mão do seu tempo livre e valorizam a qualidade de vida. Não se prendem às fronteiras geográficas, possuem amigos e relacionamentos em todo o mundo. São consumistas, mas preferem viver experiências, como conhecer um lugar novo, por exemplo. Estes novos hábitos fazem com que a indústria da moda e do luxo tenha que se adequar e buscar caminhos para conquistar esta geração. (Esta matéria foi publicada também em http://ondm.com.br/category/lise-crippa/)

 

Os novos tempos exigem de nós, pais nascidos na geração X – que focam no trabalho para ter poder de compra – uma visão diferente sobre o mundo e as relações de consumo.

-Para atrair este público, as marcas terão que gerar um propósito, colocá-los no centro, ou seja, escutá-los, elaborar collabs, criações colaborativas. Uma coisa que está muito em alta é a customização. Cada vez mais eles têm vontade de customizar peças exclusivas e, principalmente, com algum propósito. A geração Z é desapegada do luxo óbvio, da estampa típica da marca, mas por outro lado, tem um propósito muito forte – Revela Mauro Nomura, Diretor do Grupo Nomura. 

 

Somente nos Estados Unidos, esta tribo de jovens compõe um número por volta de 70 milhões, ou cerca de 22% da população. De acordo com relatório recente do banco Goldman Sachs , entendê-los é importante, e não é só porque eles já controlam o equivalente a US$ 44 bilhões em poder de compra nos EUA, mas porque as mudanças de geração estão realmente ocorrendo em ritmo acelerado. O mercado mal processou o perfil da geração Y e já precisa começar a se preparar para os próximos consumidores, a geração Z, aqueles nascidos entre 1995 e 2009.  Segundo a Revista Época de junho de 2018, como a geração Z se tornará cada vez mais influente, as empresas precisam estar preparadas para torná-los parte da  estratégia de negócios. O que se sabe é que os Zs, a primeira geração de nativos digitais, mantêm a renda limitada como os millenials. Mas, em 2030, serão a maioria entre os consumidores. Eles são mais engajados socialmente, têm mente aberta, são pragmáticos e individualistas. Para conquistá-los, as marcas devem apostar em autenticidade, tecnologia e igualdade social.

 

-Neste universo volátil e difuso, as pessoas se importam cada vez mais com as causas que as marcas representam. A relação entre o propósito da empresa e o produto final são determinantes na hora da hora da compra. Empresas inspiradoras, que atuam com responsabilidade social, estão no topo da lista da sociedade contemporânea – afirma Romí de Liz, especialista em Comunicação e Marca na NSC Comunicação.

    

         Durante o painel, “O futuro do luxo. A oportunidade internacional e o desafio digital”, WRC 2017, a questão foi discutida entre Rohit Bal, fundador da empresa de moda que leva seu nome; Bijou Kurien, membro do conselho da L Catterton Asia; Martin Wikstrom, fundadora do Fundo Atelier e investidora do varejo, da marca de moda e acessórios Richemont; e Daniel Platt, Chairman do L Capital, moderador do debate. Os participantes são especialistas em design e branding de marcas de luxo e detêm o que há de mais estratégico e sensível sobre os desafios que devem ser enfrentados pelo varejo de luxo. Daniel Platt começou o painel destacando que o branding e a distribuição dos produtos de luxo serão varridos por um tsunami. A posse na sociedade contemporânea não significa mais o que já representou. São novos paradigmas dos consumidores. “Não sou mais o que compro. Sou o que faço”, afirmou. O efeito do consumo não está na compra, mas no seu significado.

Vivemos uma era empreendedora, criativa e inovadora, que busca fazer tudo com propósito e isso pode ser vivido, sentido e ensinado para os pais também, pois a conexão pais e filhos se tornará mais forte quando houver empatia entre as diferentes gerações. Os pais da geração consciente devem se preparar para o movimento deste novo mundo buscando viver com mais presença, ou seja, estarem conectados com o aqui e agora. Isso significa ter a mente aberta para novas possibilidades. Aproveite o movimento. Entre no flow – finaliza Chai Carioni, Business & Life Coaching. ( https://chaicarioni.com.br)

Restaurante Mood alia clássico e contemporâneo em uma experiência única na Mostra CASACOR SC

Uma experiência que vai muito além do paladar e desperta os melhores sentimentos naqueles que apreciam estar em excelente companhia, em um ambiente supersofisticado e repleto de boa comida. É essa a sensação de quem conhece o Restaurante Mood, na CASACOR SC 2018, em Itapema. O projeto assinado por Diogo Lemos, que cursou arquitetura na Itália, reúne a contemporaneidade das linhas retas, com as tendências em veludo rose e metais dourados. O ambiente, realizado em parceria com Leandro Sumar e Fábio Vitorino, traz ainda elementos refinados, como um bar todo produzido em mármore, paredes revestidas em pedras preciosas e mobília italiana em couro natural, tudo especialmente elaborado para aguçar o melhor do humor de cada visitante. Crédito da foto: Marcos Medeiros

Com 277 metros quadrados, o restaurante é o segundo maior ambiente da Mostra, envolvendo os convidados em uma atmosfera cosmopolita, supersofisticada e que poderia, facilmente, ser visto em qualquer grande metrópole do mundo. “O conceito por trás do restaurante é de um espaço para confraternização enquanto se aprecia uma boa gastronomia, com conforto e sofisticação. O projeto reúne diversas tendências que estão compondo os mais importantes salões de arquitetura do mundo”, destaca Diogo Lemos, profissional com maior número de ambientes nas últimas edições da CASACOR Santa Catarina.

A mostra, que segue até o dia 22 de julho, é uma das maiores do setor na América Latina e já se consolidou por apresentar sempre soluções inteligentes e versáteis para qualquer ambiente.

Serviço

O quê: CASACOR/SC 2018 – Itapema

Quando: 06 de junho a 22 de julho – Terça a Sexta, das 15h às 21h

Sábado, das 13h às 21h – Domingo, das 13h às 19h

O evento não abre às segundas-feiras.

Onde: Beach Place Itapema – BR-101, km 144, número 3146, Itapema – SC, 88220-000 – (Antigo Plaza Itapema)

Aconchego e personalidade marcante definem o pub do hotel na Casa Cor SC 2018

O nome do ambiente demonstra toda a sua pluralidade: The Pub “Do Jazz ao Rock”. Estreantes na CasaCor SC/Itapema 2018, as arquitetas Juliane Gasparin, Mariana Marchiori e Tatyana Müller, criaram um projeto com linhas contemporâneas permeadas por toques de tradição. Essas pinceladas podem ser vistas em elementos bem comuns em pubs ingleses, como couro em capitonê, madeira maciça e tijolinhos aparentes, entre outros detalhes. Com aproximadamente 270 m2, o espaço conta com dois acessos: um externo e outro voltado para o boulevard do tradicional hotel Plaza Itapema. Este último é um dos pontos focais do ambiente, pois ganhou iluminação feita com barras de LED (que lembram o teclado de um piano). Paredes duplas isolam a área, com capacidade para receber até 200 pessoas. Há cinco divisões no total: hall superior, salão principal, hall inferior, banheiro feminino e banheiro masculino, todos bem delimitados.

Sóbria, a paleta de cores é marcada pela mistura de preto e cinza, tons que podem ser vistos no piso e nos painéis de MDF da Berneck – o “Cinamomo” e o “Nero Rust” – instalado atrás do sofá. Tijolinhos alaranjados dão um toque de frescor à composição. O material foi aplicado quase que na totalidade do ambiente, porém a partir de uma técnica conhecida como junta seca. Ela garante uma versão menos rústica do que o habitual, uma vez que não há rejunte aparente. A cor desse revestimento e também o padrão da madeira usado no forro e nos painéis tiveram um papel fundamental: orientaram a escolha dos tecidos – couro nas versões whisky, que é o marrom mais clássico, e o preto. Como não poderia faltar em um típico pub inglês, a madeira reveste colunas, teto e também as laterais da escada. Já a vegetação tem outro papel, não menos importante, na composição: o de contrastar com o cenário, criando um clima mais aconchegante, relacionando-se assim ao tema da Mostra, “Casa Viva”. As arquitetas definem a combinação como “urbana tropical”.

 

Clássico, o mobiliário segue a mesma proposta, com elementos em preto e cinza. O piso mais claro (em dois tons de cinza) é a base para essa mistura. Sua paginação é em “espinha de peixe”, ou seja, as réguas foram aplicadas intercaladas e são complementadas com os tapetes (que apresentam estampas com formatos semelhantes). Todos os detalhes são evidenciados por uma iluminação bem presente, porém sutil. “O objetivo foi criar uma atmosfera intimista. Usamos lâmpadas de filamento e spots direcionados”, explicou Tatyana.

Pelas paredes, pura arte! As arquitetas convidaram o artista Marcelo Urizar para retratar grandes nomes do jazz e do rock, mistura que dá nome ao local. O espaço criado para a mostra será mantido como uma das áreas de lazer do hotel, mesmo após o encerramento da CasaCor.

Sobre a CASACOR

Empresa do Grupo Abril, a CASACOR é reconhecida como a maior e melhor mostra de arquitetura, design de interiores e paisagismo das Américas. O evento reúne anualmente prestigiados arquitetos, decoradores e paisagistas. Em 2018, são 17 praças nacionais: São Paulo, Bahia, Brasília, Ceará, Espírito Santo, Goiás, Rio de Janeiro, Mato Grosso, Mato Grosso do Sul, Minas Gerais, Paraíba, Paraná, Pernambuco, Rio Grande do Sul, Santa Catarina (Florianópolis e Itapema) e, pela primeira vez, em Ribeirão Preto, interior de São Paulo. A mostra acontece ainda em quatro praças internacionais: Bolívia, Estados Unidos, Paraguai e Peru. Crédito das fotos: Rudi Razador

Sobre as arquitetas:

 Juliane Gasparin: Alameda Dom Pedro II, 255, Sala 61 Batel, Curitiba/PR

E-mail: contato@julianegasparin.com.br

site:www.julianegasparin.com.br

Telefone: (41) 99976-4643

 

Mariana Marchiori: BR 101, km 144, n° 3146, Itapema/SC

E-email: mariana@pinusinvest.com.br

Telefone: (47) 3261-7000

 

Tatyana Müller: Rua Santa Catarina, 65 sala 313 B, 3° andar, Curitiba/PR

E-mail: tatyanamuller@grafoarquitetura.com.br

face: @grafoarquitetura

instagram: Instagram – grafoarquitetura

Site – www.grafoarquitetura.com.br

Telefone: (41) 3342-3322