Arquivos da categoria: Lifestyle

A (re) construção do conceito de luxo

Avisão do ex-modelo e ex-banker  da Merrill Lynch Stefan Siegel, sobre o mercado de luxo, me intrigou. Chamado constantemente para palestrar sobre o futuro desta indústria, ele apresenta uma visão crítico-catastrófica do mundo da moda. Durante seminário da Wired, em São Paulo, dividiu suas experiências com o Brazil Journal. Siegel argumentou que o varejo de luxo está com os dias contados. Para ele, a nova geração tem outra noção sobre o que é luxo e valoriza experiências sobre o consumo.

– Luxo hoje é individualidade. Não é um logo ou uma etiqueta com preço alto diz.

Siegel também fez uma reflexão sobre a forma de remuneração dos criadores, afirmando ao Brazil Journal que os lucros acabam concentrados nas mãos de poucos grandes conglomerados e que é inconcebível que o cachê de celebridades seja mais importante que o valor pago a designers e criadores. Na ocasião, criticou a promoção do consumo desenfreado e o uso de influenciadores.

-As roupas se tornaram irrelevantes. Quando a indústria da moda começa a financiar corações virtuais (likes no Instagram), ao invés de almas verdadeiras, mandamos uma mensagem para as futuras gerações que parecer bonito é o mesmo que criar beleza.

As afirmações de Stefan me instigaram a ouvir outras vozes sobre o tema. Na minha incansável busca por informações em negócios da moda, tentei encontrar um ponto de equilíbrio nestas questões polêmicas atuais que têm que ser discutidas com bom senso.

Divido com vocês as visões particulares de três profissionais que vivenciam este mercado diariamente: Eder Héctor (especialista em Marketing de Varejo); Miucha Sinhor (sócia, estilista e criadora da Montefina, empresa de acessórios e bolsas gaúcha); e Tati Greuel (empresária, psicóloga e criadora da Fernè, marca de roupas em couro catarinense).

Héctor concorda em parte com a visão de Siegel argumentando que o conceito de luxo não é mais o mesmo e que essa mudança não é um fato isolado e pontual,  é uma constante com a qual a indústria vai precisar se adequar.

 

“É interessante observar que não foi propriamente a indústria da moda que inseriu em nossas vidas as novas opções de luxo, mas sim a indústria tecnológica. Eu analiso isso pela observação frequente das pessoas da moda de que o tempo é um grande luxo para eles, de fato é! Imagine liderar equipes para produzir seis ou quatro coleções anuais quase que simultaneamente? Isso estrangula a qualidade de vida de qualquer pessoa, não existe amor ao ofício que suporte isso. No entanto, foi a tecnologia, através dos aplicativos digitais facilitadores do dia a dia, que nos apresentou a possibilidade de ganharmos mais tempo. Nesse aspecto, o mercado de moda tenta se inserir na frenética era digital para agarrar seu grande público consumidor. As grandes casas buscam se reinventar pra atender a demanda pelo novo e não há como dizer que essa empreitada seja um caminho errado, até hoje ela funcionou bem.
 No final do anos 1990, Marc Jacobs em Paris, não apenas colocou a Louis Vuitton lado a lado com as casas que produziam moda (e não somente acessórios) como também inaugurou a era das collabs, seja trazendo artistas plásticos contemporâneos para intervir nas suas coleções ou convidando, o até então apenas músico, Kanye West para assinar um modelo de sneaker. Da mesma forma na Itália, o trio Tom Ford, Carine Roitfeld e Mário Testino reinventava o sexy e a quase esquecida Gucci que simultaneamente, renascia.
Era uma época em que boas campanhas publicitárias e produtos novos dentro de um mix eram o suficiente para chamar a atenção do público. Isso mudou e não foi agora. Os criadores de beleza estão sendo substituídos pelos flexíveis seguidores do mercado, essa geração atenta que respeita códigos, mas enxerga os números e sabe o que conta no mercado de hoje.
As celebridades, pelo bem ou pelo mal, terão cada vez mais espaço, diferente dos influenciadores que levantaram e derrubaram sozinhos aquela que poderia ser a grande evolução da moda no século. Hoje, ninguém sério se importa mais com anônimos alçados à condição de referência com a mesma rapidez que são descartados como irrelevantes. O culto aos anônimos da moda acabou, quem construiu algo deve aproveitar e quem não construiu deve mudar de foco. A nova bota da Balenciaga vai ser mais buscada na internet do que o nome da mulher que a estava usando, o produto nunca foi tão valorizado como hoje. “Eder Héctor – Foto Lincoln Briniak

 

A gaúcha Miucha Sinhor, da Montefina, empresa de acessórios e bolsas baseada no Rio Grande do Sul acredita que a mudança na forma de consumir está atrelada à mudança no mundo, que está cada vez mais dinâmica.

“O mundo está mudando muito rápido e o comportamento de consumo faz parte dessa mudança. Observo que as pessoas estão muito mais interessadas em usar produtos que se identifiquem, não pela marca, e sim pela sua identidade e o que ele expressa. Percebo também que influenciadores digitais têm mais importância e ditam muito mais no consumo do que atores e atrizes, que antes eram desejos caríssimos de grandes marcas. Blogueiras  já estão sendo substituídas pelos influenciadores digitais que conseguem transmitir mais “vida real” para seus seguidores.
A criação da Montefina já é uma realidade dessa mudança de comportamento. Não criamos uma marca para ser apenas um luxo, criamos uma marca que nos identificávamos, que sentíamos falta no mercado e acredito que o nosso sucesso tenha sido muito pelo fato de termos  “uma cara”, uma identidade. As pessoas sabem que falam conosco, são pessoas que criam para pessoas e não visam apenas o faturamento.”Miucha Sinhor – Foto: Manu Zatti

 

 

Tati Greuel, empresária catarinense, psicóloga e criadora da Fernè, marca de roupas em couro legítimo de Santa Catarina argumenta que a sobrevivência das marcas passa por gerar experiências que façam parte de um propósito do consumidor.

Quando falamos em moda, o luxo pode ser qualquer coisa que agregue valor, qualidade, exclusividade e experiência. O luxo hoje afasta-se da ideia de instrumento de diferenciação social e passa a ser entendido a partir da dimensão de satisfação pessoal do consumidor, mas sem perder as características que sempre o acompanham: conforto, elegância, sofisticação, qualidade e especialmente exclusividade. O luxo virou um conceito e não significa que somente uma parcela da população seja consumidora. Muito pelo contrário, é tendência e afetou todas as classes criando novos desejos, novos conceitos. Particularmente, entendo que o luxo hoje não significa mais ostentação. Significa experiência e depende de diversos fatores como beleza, qualidade, nobreza, detalhes, tradição, emoção, escassez. Sou psicóloga de formação e isso me ajudou a entender as necessidades e o imaginário do ser humano. Com o tempo fui percebendo que ansiamos por experiências diferenciadas. As pessoas compram ou deixam de comprar partindo de seus atributos emocionais. Na verdade, elas estão comprando emoções ou comportamento. Hoje temos a busca pelo “eu próprio” essencial, um “novo eu”.  As pessoas não querem mais algo massificado, igual, padronizado.  E o mercado de Luxo ensina lições importantes sobre a criação do desejo – motor da nossa sociedade. O luxo não é pautado pela necessidade básica, mas sim pela noção de prazer. E o que mais me fascina é entender o luxo como comportamento! O luxo de poder  proporcionar a uma cliente aquele vestido nas medidas e detalhes que ela sempre sonhou.”

 

 

Bate-papo sobre processo criativo e produção de tapetes artesanais, hoje na Casa a Caso

-Enquanto o stylist monta os looks das passarelas, são os arquitetos e decoradores que “vestem” a nossa casa, diz a empresária Wilma Maria (foto) proprietária da Casa a Caso, no Santa Mônica. A loja de decoração é especializada em home styling lança hoje (02), sua nova marca em evento para profissionais de arquitetura e convidados.  

Wilma Maria recebe convidados hoje na sua Casa a Caso

A empresária recebe profissionais convidados de arquitetura e design, para o coquetel de lançamento do novo posicionamento da empresa. Haverá  a apresentação da nova marca – com redesign focado no conceito de home styling. O evento também marca o início da parceria da Casa a Caso com a Decoralle, que há 16 anos trabalha com tapetes artesanais e com produção de peças únicas para atender a demanda dos profissionais.

Um dos modelos que será apresentado é o tapete Pompéia, criado pelo designer catarinense Giácomo Tomazzi e lançado na edição deste ano do Mercado, Arte e Design (MADE), principal feira do país de design colecionável.

Na ocasião, Leandro Marques, sócio administrativo da Decoralle, e o designer irão mostrar o processo criativo e de produção, que alia o artesanal com a indústria. Também será apresentada a nova vitrine e layout da loja assinada pela arquiteta Luciana Bossle e o paisagismo da fachada  com produção da arquiteta Ana Trevisan.

O evento celebra a nova fase da Casa a Caso, que pretende se aproximar ainda mais dos arquitetos de Florianópolis, abrindo seus canais de divulgação  e comercializando marcas que acolham as suas principais demandas.

-Escolhemos o conceito de home styling, pois oferecemos um serviço aos arquitetos parecido com o que o stylist realiza nas passarelas. Vestimos a casa dos clientes. Montamos o look dos ambientes, explica  .

Casa a Caso, especializada em Home Styling

 -O desejo de aprimorar esse trabalho de “vestir” a casa feito no home styling e de realizar atividades com mais proximidade aos arquitetos, deu origem a um branding com foco colaborativo. Com a mudança, a loja pretende alinhar a imagem de sua marca com a busca por atender melhor as necessidades dos profissionais e clientes, finaliza a empresária.

SERVIÇO

Coquetel nova marca Casa a Caso

Data: Hoje 02/08/2018

Hora: 18h30

Local: Casa a Caso

Endereço: Av. Me. Benvenuta, 1490 – Santa Mônica, Florianópolis – SC

Minha collab para a marca de roupas em couro, a Fernè

Após 10 meses morando nos EUA, percorrendo vários hotspots e pesquisando labels internacionais busquei inspiração para desenvolver uma coleção cápsula para a marca catarinense de roupas em couro legítimo, a Fernè. Foquei na arquitetura e estilo de vida de dois bairros de Miami, o Downtown e Miami Design District, para criar 11 peças, numa junção entre moda, lifestyle, design e arte. As cores escolhidas foram o off white, o vermelho Cartier  e o preto, atemporais e clássicos.

– O couro tem uma durabilidade incrível, o que influencia no custo. Não fazia sentido eu criar peças na linha fast fashion, para apenas uma estação. Quero ver as “minhas meninas  e mulheres” usando os looks muitas vezes ao longo da vida. Meu desejo é que as roupas sejam clássicos do closet e herdadas pelas suas filhas”.

Tive toda a minha pesquisa de moda baseada também nas marcas Balmain, Dior e Chanel. Pitadas de matelassê, típicas da Chanel, são encontradas em um modelo de calça, saia e casaco. Já as correntes compõem uma faixa/cinto e os ombros são levemente estruturados nos vestidos e blusas inspirados em Balmain. Um babado removível aparece numa peça “duas em uma” que poderá ser usada como vestido ou casaco. Todos os botões e detalhes são prateados ou dourados, outra tendência forte inspirada nas passarelas internacionais.

 

Sobre mim

Sou formada em jornalismo e pós-graduada em moda e marketing, trabalho com assessoria de imprensa e gestão de moda para marcas catarinenses e nacionais. Já realizei jobs para Bobstore, Arezzo, Schutz, Ruth Grieco Joias, Carmen Steffens, Adidas entre outras.

Foto: Dari Luz

Minha história com a moda iniciou nos anos 1980-1990, quando fui curadora de uma multimarcas com grifes consagradas como Maria Bonita, Huis Clos e Boys and Girls. Paralelamente, tocava a Corpus Divinus, confecção na qual eu era empresária e estilista.Troquei o curso de Farmácia por Jornalismo em 1992, época em que já realizava editoriais de moda e produções.

 

Sobre a inspiração

A rapidez do desenvolvimento econômico e cultural do Design District, bairro de Miami, chamou a minha atenção  e percebi o boom de marcas de moda, de importância internacional, se instalando no local, além de excelentes restaurantes e galerias. Conglomerados como LVMH, Hermès e Fendi reconheceram a importância única da comunidade, que está culturalmente na vanguarda da indústria criativa global, com imenso desenvolvimento do varejo e experiências de luxo.

A cidade recebeu novos centros culturais, comerciais, museus e hotéis tudo localizado no Downtown Miami. A starchitecture, apelido dado à febre de construções com design assinado, tem uma constelação que uniu nomes descolados, tornando o Downtown um dos melhores lugares para viver, ver e ser visto da cidade.

Serviço

Fotos: Rodrigo Marini

Produção: Carol Ramos

Beleza: Fabi Arcoverde

Modelo: Valentina Crippa Mendes

Onde comprar: @ferneleather

Joias e óculos: Bárbara K

Móveis: Bella Catarina

O desafio da moda e mercado de luxo para as próximas gerações

Tenho duas filhas, Roberta, 17 anos, e Valentina, 14 anos. Com elas estou aprendendo a transitar entre as várias gerações,  entender suas necessidades e rotas de futuro.  Roberta mora há dois nos EUA, acabou de entrar numa universidade americana e Valentina, apesar da pouca idade, já fez três intercâmbios, sendo o primeiro com apenas 9 anos. Elas fazem parte da geração Millenials ou geração Z que, ao contrário de nós, não abrem mão do seu tempo livre e valorizam a qualidade de vida. Não se prendem às fronteiras geográficas, possuem amigos e relacionamentos em todo o mundo. São consumistas, mas preferem viver experiências, como conhecer um lugar novo, por exemplo. Estes novos hábitos fazem com que a indústria da moda e do luxo tenha que se adequar e buscar caminhos para conquistar esta geração. (Esta matéria foi publicada também em http://ondm.com.br/category/lise-crippa/)

 

Os novos tempos exigem de nós, pais nascidos na geração X – que focam no trabalho para ter poder de compra – uma visão diferente sobre o mundo e as relações de consumo.

-Para atrair este público, as marcas terão que gerar um propósito, colocá-los no centro, ou seja, escutá-los, elaborar collabs, criações colaborativas. Uma coisa que está muito em alta é a customização. Cada vez mais eles têm vontade de customizar peças exclusivas e, principalmente, com algum propósito. A geração Z é desapegada do luxo óbvio, da estampa típica da marca, mas por outro lado, tem um propósito muito forte – Revela Mauro Nomura, Diretor do Grupo Nomura. 

 

Somente nos Estados Unidos, esta tribo de jovens compõe um número por volta de 70 milhões, ou cerca de 22% da população. De acordo com relatório recente do banco Goldman Sachs , entendê-los é importante, e não é só porque eles já controlam o equivalente a US$ 44 bilhões em poder de compra nos EUA, mas porque as mudanças de geração estão realmente ocorrendo em ritmo acelerado. O mercado mal processou o perfil da geração Y e já precisa começar a se preparar para os próximos consumidores, a geração Z, aqueles nascidos entre 1995 e 2009.  Segundo a Revista Época de junho de 2018, como a geração Z se tornará cada vez mais influente, as empresas precisam estar preparadas para torná-los parte da  estratégia de negócios. O que se sabe é que os Zs, a primeira geração de nativos digitais, mantêm a renda limitada como os millenials. Mas, em 2030, serão a maioria entre os consumidores. Eles são mais engajados socialmente, têm mente aberta, são pragmáticos e individualistas. Para conquistá-los, as marcas devem apostar em autenticidade, tecnologia e igualdade social.

 

-Neste universo volátil e difuso, as pessoas se importam cada vez mais com as causas que as marcas representam. A relação entre o propósito da empresa e o produto final são determinantes na hora da hora da compra. Empresas inspiradoras, que atuam com responsabilidade social, estão no topo da lista da sociedade contemporânea – afirma Romí de Liz, especialista em Comunicação e Marca na NSC Comunicação.

    

         Durante o painel, “O futuro do luxo. A oportunidade internacional e o desafio digital”, WRC 2017, a questão foi discutida entre Rohit Bal, fundador da empresa de moda que leva seu nome; Bijou Kurien, membro do conselho da L Catterton Asia; Martin Wikstrom, fundadora do Fundo Atelier e investidora do varejo, da marca de moda e acessórios Richemont; e Daniel Platt, Chairman do L Capital, moderador do debate. Os participantes são especialistas em design e branding de marcas de luxo e detêm o que há de mais estratégico e sensível sobre os desafios que devem ser enfrentados pelo varejo de luxo. Daniel Platt começou o painel destacando que o branding e a distribuição dos produtos de luxo serão varridos por um tsunami. A posse na sociedade contemporânea não significa mais o que já representou. São novos paradigmas dos consumidores. “Não sou mais o que compro. Sou o que faço”, afirmou. O efeito do consumo não está na compra, mas no seu significado.

Vivemos uma era empreendedora, criativa e inovadora, que busca fazer tudo com propósito e isso pode ser vivido, sentido e ensinado para os pais também, pois a conexão pais e filhos se tornará mais forte quando houver empatia entre as diferentes gerações. Os pais da geração consciente devem se preparar para o movimento deste novo mundo buscando viver com mais presença, ou seja, estarem conectados com o aqui e agora. Isso significa ter a mente aberta para novas possibilidades. Aproveite o movimento. Entre no flow – finaliza Chai Carioni, Business & Life Coaching. ( https://chaicarioni.com.br)

Restaurante Mood alia clássico e contemporâneo em uma experiência única na Mostra CASACOR SC

Uma experiência que vai muito além do paladar e desperta os melhores sentimentos naqueles que apreciam estar em excelente companhia, em um ambiente supersofisticado e repleto de boa comida. É essa a sensação de quem conhece o Restaurante Mood, na CASACOR SC 2018, em Itapema. O projeto assinado por Diogo Lemos, que cursou arquitetura na Itália, reúne a contemporaneidade das linhas retas, com as tendências em veludo rose e metais dourados. O ambiente, realizado em parceria com Leandro Sumar e Fábio Vitorino, traz ainda elementos refinados, como um bar todo produzido em mármore, paredes revestidas em pedras preciosas e mobília italiana em couro natural, tudo especialmente elaborado para aguçar o melhor do humor de cada visitante. Crédito da foto: Marcos Medeiros

Com 277 metros quadrados, o restaurante é o segundo maior ambiente da Mostra, envolvendo os convidados em uma atmosfera cosmopolita, supersofisticada e que poderia, facilmente, ser visto em qualquer grande metrópole do mundo. “O conceito por trás do restaurante é de um espaço para confraternização enquanto se aprecia uma boa gastronomia, com conforto e sofisticação. O projeto reúne diversas tendências que estão compondo os mais importantes salões de arquitetura do mundo”, destaca Diogo Lemos, profissional com maior número de ambientes nas últimas edições da CASACOR Santa Catarina.

A mostra, que segue até o dia 22 de julho, é uma das maiores do setor na América Latina e já se consolidou por apresentar sempre soluções inteligentes e versáteis para qualquer ambiente.

Serviço

O quê: CASACOR/SC 2018 – Itapema

Quando: 06 de junho a 22 de julho – Terça a Sexta, das 15h às 21h

Sábado, das 13h às 21h – Domingo, das 13h às 19h

O evento não abre às segundas-feiras.

Onde: Beach Place Itapema – BR-101, km 144, número 3146, Itapema – SC, 88220-000 – (Antigo Plaza Itapema)