Natália Chaim vem a Floripa lançar sua coleção Infinito Sentir, para Attualità

 A designer de acessórios Natália Chaim chega na capital amanhâ (14), para realizar um bate – papo com as clientes Attualità. Natália atendeu ao convite da empresária Silvia Bergoudian, que detém a franquia Attualità Floripa, com loja próxima ao Beiramar Shopping.

Natália teve passagens pelos ateliês de renomados estilistas brasileiros, como Cris Barros, Carlos Miele e Alexandre Herchcovitch. Está sempre atenta ao que há de mais interessante no mercado da moda e não abre mão da leveza e do acabamento impecável em suas peças, o que a tornaram referência no universo do luxo. A designer já participou das melhores feiras mundiais, inclusive a Bijorhca, em Paris.

A marca homônima desenvolve peças contemporâneas, de primeira linha, utilizando os mesmos moldes usados na joalheria tradicional. Banhadas a ouro 18k são combinadas com pedras semipreciosas, preciosas, naturais e cristais fruto de ampla pesquisa. As coleções seguem as tendências mundiais, unidas ao toque pessoal de Natalia que cuida da criação. Uma variação entre o casual e o high-fashion aparecem em anéis, pulseiras e colares em vários estilos e tamanhos. Já os brincos, por serem moduláveis, agradam a todos os gostos e podem ser usados no formato desejado para cada ocasião.

Formas modernas, e ao mesmo tempo clássicas, compõem a linguagem da marca, que preza sempre se relacionar da melhor maneira com o universo feminino. É com esse foco que hoje, a empresa que existe há mais de 10 anos, vem ganhando cada vez mais força e admiradores em todo o País.

 

Sobre a coleção Infinito Sentir – verão 2019

A forma multissensorial de entendimento entre a natureza humana e o mundo ao seu redor foi a inspiração para a nova coleção de joias folheadas de luxo. Neste aspecto, a cartela de cores foi estruturada com tons vibrantes que remetem imediatamente a significados como paixão, energia, força. Já os tons pastel, assemelham-se de forma direta à ternura, calma, e compaixão, tanto na linha clássica, com preceitos de alta joalheria, quanto na linha handmade, já conhecida e consagrada pela inovação, através do mix de matéria prima selecionada e rigorosa qualidade na manufatura.

Em “Epístemologia” (ramo da filosofia que refere-se às condições sob as quais se pode produzir o conhecimento científico e os modos para alcançá-lo) a sensação é a reação imediata a um estimulo externo, seja esse consciente ou não. O que muda em cada um é a percepção, e consequentemente, a forma como cada um interpreta de forma individual ao ambiente pelo qual está exposto. De forma mais abrangente, os sentidos têm papel fundamental nesse contexto e as sensações visuais, auditivas, táteis, gustativas e olfativas trarão as respostas imediatas às condições externas pelos quais entendemos tudo que nos cerca. O fato é que a relação arte – moda está intrinsecamente relacionada, seja de forma objetiva ou subjetiva.

Em comum acordo com esse inédito momento da marca, revelam-se experiências que vão além. As texturas presentes em tendências globais em cristais premiun e pedras naturais, vindas do território asiático marcam presença nesse inédito momento.

Com lançamentos periódicos de conjuntos de brincos, colares, anéis e pulseiras, o insight surge como outra característica da coleção, que é planejada em quatro entradas para os próximos meses com cores e designs distintos: Serenity, Love, Hapiness e Euphoria. Nomes sugestivos de sensações como “felicidade”, “amor”, “gratidão”, “energia” e “honra” intitulam joias com design inovador ornadas de forma elegante e delicada em formatos curvos, convexos, e da união com equilíbrio e feminilidade surgem linhas que desenham exatamente esse novo e inigualável momento.

O termo “serenidade”, inspiração para o lançamento das joias em agosto, está intimamente ligado ao nosso estado de espírito, onde o ter e o ser encontram-se em equilíbrio, de forma a nossa essência mortal e material estarem conciliadas, e refletirem nossa percepção exterior física e mental. Obviamente, para tal, torna-se necessário certo nível de evolução e desprendimento, e agregando nossas potencialidades individuais, o resultado será usufruto longínquo do melhor que possuímos. A maioria das pessoas está sempre em busca de novas conquistas, projetos, e quando está estagnada, perde a motivação para entender e aprender a desfrutar do agora. A serenidade está justamente no meio-termo,ao que Aristóteles denominou como “temperança” – a velocidade ideal de cada um, que está entre nem ser muito ansioso por ir muito rápido, nem se deprimir por ir muito devagar.

Ambientes que nos remetem a serenidade também foram explorados, como o mundo marinho, onde, mais uma vez o azul aparece em predominância, junto á turquesa, pérolas, e complementado por cristais como a água-marinha leitosa e a jade verde. Os conjuntos também vêm nomeados com sensações que remetem ao tema: virtude, equilíbrio, harmonia, tranquilidade, esperança, sabedoria, calma, resiliência e compreensão.

 

A (re) construção do conceito de luxo

Avisão do ex-modelo e ex-banker  da Merrill Lynch Stefan Siegel, sobre o mercado de luxo, me intrigou. Chamado constantemente para palestrar sobre o futuro desta indústria, ele apresenta uma visão crítico-catastrófica do mundo da moda. Durante seminário da Wired, em São Paulo, dividiu suas experiências com o Brazil Journal. Siegel argumentou que o varejo de luxo está com os dias contados. Para ele, a nova geração tem outra noção sobre o que é luxo e valoriza experiências sobre o consumo.

– Luxo hoje é individualidade. Não é um logo ou uma etiqueta com preço alto diz.

Siegel também fez uma reflexão sobre a forma de remuneração dos criadores, afirmando ao Brazil Journal que os lucros acabam concentrados nas mãos de poucos grandes conglomerados e que é inconcebível que o cachê de celebridades seja mais importante que o valor pago a designers e criadores. Na ocasião, criticou a promoção do consumo desenfreado e o uso de influenciadores.

-As roupas se tornaram irrelevantes. Quando a indústria da moda começa a financiar corações virtuais (likes no Instagram), ao invés de almas verdadeiras, mandamos uma mensagem para as futuras gerações que parecer bonito é o mesmo que criar beleza.

As afirmações de Stefan me instigaram a ouvir outras vozes sobre o tema. Na minha incansável busca por informações em negócios da moda, tentei encontrar um ponto de equilíbrio nestas questões polêmicas atuais que têm que ser discutidas com bom senso.

Divido com vocês as visões particulares de três profissionais que vivenciam este mercado diariamente: Eder Héctor (especialista em Marketing de Varejo); Miucha Sinhor (sócia, estilista e criadora da Montefina, empresa de acessórios e bolsas gaúcha); e Tati Greuel (empresária, psicóloga e criadora da Fernè, marca de roupas em couro catarinense).

Héctor concorda em parte com a visão de Siegel argumentando que o conceito de luxo não é mais o mesmo e que essa mudança não é um fato isolado e pontual,  é uma constante com a qual a indústria vai precisar se adequar.

 

“É interessante observar que não foi propriamente a indústria da moda que inseriu em nossas vidas as novas opções de luxo, mas sim a indústria tecnológica. Eu analiso isso pela observação frequente das pessoas da moda de que o tempo é um grande luxo para eles, de fato é! Imagine liderar equipes para produzir seis ou quatro coleções anuais quase que simultaneamente? Isso estrangula a qualidade de vida de qualquer pessoa, não existe amor ao ofício que suporte isso. No entanto, foi a tecnologia, através dos aplicativos digitais facilitadores do dia a dia, que nos apresentou a possibilidade de ganharmos mais tempo. Nesse aspecto, o mercado de moda tenta se inserir na frenética era digital para agarrar seu grande público consumidor. As grandes casas buscam se reinventar pra atender a demanda pelo novo e não há como dizer que essa empreitada seja um caminho errado, até hoje ela funcionou bem.
 No final do anos 1990, Marc Jacobs em Paris, não apenas colocou a Louis Vuitton lado a lado com as casas que produziam moda (e não somente acessórios) como também inaugurou a era das collabs, seja trazendo artistas plásticos contemporâneos para intervir nas suas coleções ou convidando, o até então apenas músico, Kanye West para assinar um modelo de sneaker. Da mesma forma na Itália, o trio Tom Ford, Carine Roitfeld e Mário Testino reinventava o sexy e a quase esquecida Gucci que simultaneamente, renascia.
Era uma época em que boas campanhas publicitárias e produtos novos dentro de um mix eram o suficiente para chamar a atenção do público. Isso mudou e não foi agora. Os criadores de beleza estão sendo substituídos pelos flexíveis seguidores do mercado, essa geração atenta que respeita códigos, mas enxerga os números e sabe o que conta no mercado de hoje.
As celebridades, pelo bem ou pelo mal, terão cada vez mais espaço, diferente dos influenciadores que levantaram e derrubaram sozinhos aquela que poderia ser a grande evolução da moda no século. Hoje, ninguém sério se importa mais com anônimos alçados à condição de referência com a mesma rapidez que são descartados como irrelevantes. O culto aos anônimos da moda acabou, quem construiu algo deve aproveitar e quem não construiu deve mudar de foco. A nova bota da Balenciaga vai ser mais buscada na internet do que o nome da mulher que a estava usando, o produto nunca foi tão valorizado como hoje. “Eder Héctor – Foto Lincoln Briniak

 

A gaúcha Miucha Sinhor, da Montefina, empresa de acessórios e bolsas baseada no Rio Grande do Sul acredita que a mudança na forma de consumir está atrelada à mudança no mundo, que está cada vez mais dinâmica.

“O mundo está mudando muito rápido e o comportamento de consumo faz parte dessa mudança. Observo que as pessoas estão muito mais interessadas em usar produtos que se identifiquem, não pela marca, e sim pela sua identidade e o que ele expressa. Percebo também que influenciadores digitais têm mais importância e ditam muito mais no consumo do que atores e atrizes, que antes eram desejos caríssimos de grandes marcas. Blogueiras  já estão sendo substituídas pelos influenciadores digitais que conseguem transmitir mais “vida real” para seus seguidores.
A criação da Montefina já é uma realidade dessa mudança de comportamento. Não criamos uma marca para ser apenas um luxo, criamos uma marca que nos identificávamos, que sentíamos falta no mercado e acredito que o nosso sucesso tenha sido muito pelo fato de termos  “uma cara”, uma identidade. As pessoas sabem que falam conosco, são pessoas que criam para pessoas e não visam apenas o faturamento.”Miucha Sinhor – Foto: Manu Zatti

 

 

Tati Greuel, empresária catarinense, psicóloga e criadora da Fernè, marca de roupas em couro legítimo de Santa Catarina argumenta que a sobrevivência das marcas passa por gerar experiências que façam parte de um propósito do consumidor.

Quando falamos em moda, o luxo pode ser qualquer coisa que agregue valor, qualidade, exclusividade e experiência. O luxo hoje afasta-se da ideia de instrumento de diferenciação social e passa a ser entendido a partir da dimensão de satisfação pessoal do consumidor, mas sem perder as características que sempre o acompanham: conforto, elegância, sofisticação, qualidade e especialmente exclusividade. O luxo virou um conceito e não significa que somente uma parcela da população seja consumidora. Muito pelo contrário, é tendência e afetou todas as classes criando novos desejos, novos conceitos. Particularmente, entendo que o luxo hoje não significa mais ostentação. Significa experiência e depende de diversos fatores como beleza, qualidade, nobreza, detalhes, tradição, emoção, escassez. Sou psicóloga de formação e isso me ajudou a entender as necessidades e o imaginário do ser humano. Com o tempo fui percebendo que ansiamos por experiências diferenciadas. As pessoas compram ou deixam de comprar partindo de seus atributos emocionais. Na verdade, elas estão comprando emoções ou comportamento. Hoje temos a busca pelo “eu próprio” essencial, um “novo eu”.  As pessoas não querem mais algo massificado, igual, padronizado.  E o mercado de Luxo ensina lições importantes sobre a criação do desejo – motor da nossa sociedade. O luxo não é pautado pela necessidade básica, mas sim pela noção de prazer. E o que mais me fascina é entender o luxo como comportamento! O luxo de poder  proporcionar a uma cliente aquele vestido nas medidas e detalhes que ela sempre sonhou.”

 

 

Bate-papo sobre processo criativo e produção de tapetes artesanais, hoje na Casa a Caso

-Enquanto o stylist monta os looks das passarelas, são os arquitetos e decoradores que “vestem” a nossa casa, diz a empresária Wilma Maria (foto) proprietária da Casa a Caso, no Santa Mônica. A loja de decoração é especializada em home styling lança hoje (02), sua nova marca em evento para profissionais de arquitetura e convidados.  

Wilma Maria recebe convidados hoje na sua Casa a Caso

A empresária recebe profissionais convidados de arquitetura e design, para o coquetel de lançamento do novo posicionamento da empresa. Haverá  a apresentação da nova marca – com redesign focado no conceito de home styling. O evento também marca o início da parceria da Casa a Caso com a Decoralle, que há 16 anos trabalha com tapetes artesanais e com produção de peças únicas para atender a demanda dos profissionais.

Um dos modelos que será apresentado é o tapete Pompéia, criado pelo designer catarinense Giácomo Tomazzi e lançado na edição deste ano do Mercado, Arte e Design (MADE), principal feira do país de design colecionável.

Na ocasião, Leandro Marques, sócio administrativo da Decoralle, e o designer irão mostrar o processo criativo e de produção, que alia o artesanal com a indústria. Também será apresentada a nova vitrine e layout da loja assinada pela arquiteta Luciana Bossle e o paisagismo da fachada  com produção da arquiteta Ana Trevisan.

O evento celebra a nova fase da Casa a Caso, que pretende se aproximar ainda mais dos arquitetos de Florianópolis, abrindo seus canais de divulgação  e comercializando marcas que acolham as suas principais demandas.

-Escolhemos o conceito de home styling, pois oferecemos um serviço aos arquitetos parecido com o que o stylist realiza nas passarelas. Vestimos a casa dos clientes. Montamos o look dos ambientes, explica  .

Casa a Caso, especializada em Home Styling

 -O desejo de aprimorar esse trabalho de “vestir” a casa feito no home styling e de realizar atividades com mais proximidade aos arquitetos, deu origem a um branding com foco colaborativo. Com a mudança, a loja pretende alinhar a imagem de sua marca com a busca por atender melhor as necessidades dos profissionais e clientes, finaliza a empresária.

SERVIÇO

Coquetel nova marca Casa a Caso

Data: Hoje 02/08/2018

Hora: 18h30

Local: Casa a Caso

Endereço: Av. Me. Benvenuta, 1490 – Santa Mônica, Florianópolis – SC

Marca de acessórios gaúcha chega a Floripa para lançar produtos de excelente qualidade e bom gosto

 

A Montefina é uma nova branding de acessórios e bolsas criada pelas sócias Miucha Sinhor e Letícia Dal Bó Tramontina (foto).  Elas são gaúchas, de Caxias do Sul, têm 29 anos, lindas e  carregam na bagagem muita expertise na área de fashion business. Terei o prazer de participar da vinda desta marca incrível para Floripa! As peças são realmente  de ótima qualidade, bom gosto, me apaixonei desde que conheci recentemente. E vocês sabem o quanto sou louca por bolsas, Jesus! E as novidades não param por ai! A estilista Miucha Sinhor aterrissa na capital dia 23 próximo, para o lançamento oficial na Strass Acessórios e Roupas, da Gerusa Guimarães, imperdível! Parte da coleção já pode ser vista, em primeira mão, na Casa Fraga anexo ao atelier de Camila Fraga.

Miucha Sinhor e Letícia Dal Bó Tramontina. FOTO Manu Zatti

Vou contar um pouquinho da história da marca para vocês. A Montefina surgiu em 2017 e está baseada em Farropilha (RS), resultado do fruto de uma conversa das sócias durante uma viagem de lazer e quando o desejo de ambas era adquirir as bolsas de design clássico e atemporal encontradas no exterior, porém com preços muito altos. Voltando ao RS iniciaram uma análise de comportamento de consumo e pesquisaram fábricas internacionais e nacionais que atendessem os padrões de qualidade do mercado para assim criar os produtos Montefina.

Fotógrafo: Angelo Dal Bó Modelo: Letícia Dal Bó Tramontina Produtor: Sandra Anselmi Local: Na Mayfair em Londres

-Produzimos bolsas com um material tecnológico importado, chamado de FINTAPELE e em couro, dependendo do design escolhemos o melhor material para determinada bolsa. Atualmente, os materiais tecnológicos vêm ganhando cada vez mais espaço, por não serem de origem animal e terem alta qualidade. Não pregamos a bandeira de um material específico, nosso foco é design e qualidade em qualquer material que usamos. Temos também a linha de bolsas com “pedras preciosas”, esculpidas sob o desenho de cada uma das bolsas e desenvolvidas em um collab com o estilista gaúcho Carlos Bacchi, diz Miucha.

-A Montefina foi construída a partir do comportamento de consumo das mulheres atuais, sendo assim as vendas são realizadas através de embaixadoras e vendedoras independentes ou no E-commerce, redes sociais e lojas multimarcas em alguns estados do Brasil, explica Miúcha. Nosso objetivo é sofisticar momentos, com um preço compatível ao produto desejado”, completa.

 

-Alinhadas à nossa proposta atemporal, as bolsas são desenvolvidas de forma autoral, transcendendo tendências para que possam ser usadas em todas as estações. Para que isso ocorra buscamos inspirações na história, arquitetura e elementos icônicos da moda, como nossa bolsa Catarina que teve seu modelo desenvolvido a partir do famoso trench coat, criado no período da primera Guerra Mundial, por Thomas Burberry. A peça tornou-se ícone de estilo até os dias de hoje, revela Letícia.

Fui conferir: designer inova ao lançar uma coleção de vestidos com modelagem reta

A ideia, a princípio, poderia parecer meio fora da caixa. Mas Laci Baruffi realmente agradou os convidados que foram ao lançamento da sua coleção de vestidos na loja da designer no Beiramar Shopping, aqui em Floripa. Com estampas exclusivas, composições em contrastes, recortes estratégicos e mangas que passeiam por vários estilos, as peças surpreenderam. Ao todo, são três estampas exclusivas, entre outras padronagens e tecidos lisos também, que se dividem em 15 modelos confortáveis, despojados, mas elegantes. E que mudam de personalidade apenas com o jogo de acessórios. Fui lá conferir!

Júlia Baruffi, Romí de Liz, eu e Laci Baruffi – Foto Vanessa Pinho

“Era mesmo esta a proposta. Surpreender com uma alternativa interessante, que a gente não costuma encontrar com facilidade”, comenta Laci Baruffi que teve como ponto de partida a sua própria identidade. “Estes vestidos fazem parte da minha vida. Sempre usei, mas sempre tive dificuldade em encontrar. Então resolvi facilitar pra mim e pra todas as mulheres adeptas desta linha”, continua a estilista, até então mais conhecida pela produção de bolsas de couro genuinamente catarinense, em fábrica bem estruturada na cidade de Ibirama, região do Alto Vale do Itajaí.

E era nítida a aceitação imediata. A loja, adaptada para o novo produto, teve vai e vem no provador que segue regras do desenho universal – deixando evidente a preocupação com as pessoas com necessidades especiais. O espaço acomoda um charmoso banquinho com poltrona de crochê e convida a vestir felicidade, em frase adesivada no espelho. Detalhes delicados que envolvem mesmo que inconscientemente.

A festiva Witti Wittinrich, por exemplo, uma das figuras mais conhecidas da cidade, vestiu literalmente a novidade. E seguiu para o seu próximo compromisso com um dos modelos mais admirados: preto, com a exclusiva estampa Grafic, e com punho em pontas, feito lenço.

Minúcias à parte, era dali que saiam as melhores respostas de que a iniciativa foi muito acertada!  Chique, moderno e absolutamente versátil, daqueles que se impões com um salto alto e convidam à diversão com um tênis básico. “Era isso mesmo o que eu queria provocar. E acho que consegui”, finaliza, satisfeita, Laci.